Sepultura nunca conseguiu se livrar do fantasma do Max Cavalera, e não é em seu décimo segundo álbum, 15 anos depois da saída do vocalista e guitarrista, que esse fantasma parou de assombrar.
"Kairos" não sai da tradição inovadora da banda, dessa vez trazendo um som cru, direto e simples. Com riffs cadenciados, e muito groove, lembrando muito os antigos e já conhecidos solos da banda.
A capa ganha um destaque especial, com ilustração de Eric Sayers, que trás uma aplicação em gel na caveira, deixando a capa muito bonita. Em geral "Kairos" soa bem coeso, sem destaques individuais.
Indicado: Para todos que gostam do novo som da banda, e para os "órfãos" da época de Max.
Pontos Positivos: A segunda parte do álbum trás um som muito parecido com o da época de Max. Andreas Kisser faz solos em todas as músicas, algo que fazia muito tempo que não acontecia.
Pontos Negativos: A primeira parte do álbum é bem parecida com o estilo que o Sepultura vinha desempenhando em seus últimos trabalhos.
Nota: 6,8
Faixas
- Spectrum
- Kairos
- Relentless
- 2011
- Just One Fix (Ministry Cover)
- Dialog
- Mask
- 1433
- Seethe
- Born Strong
- Embrace The Storm
- 5772
- No One Will Stand
- Structure Violence (Azzes)
- 4648
Faixas bônus
- Firestarter (The Prodigy)
- Point of No Return
Kairos - Sepultura

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